Estado mantém trajetória de queda sustentada desde 2018, com redução de até 97% em crimes como roubo de carga e 95% no roubo de veículos. Em 2025, 109 municípios goianos não registraram nenhum homicídio

O vice-governador Daniel Vilela atribuiu a queda da criminalidade em Goiás, registrada pelo sétimo ano consecutivo, à valorização da tropa e à integração entre as forças de segurança. Ao comentar os dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) nesta segunda-feira (19/1), Vilela afirmou que o Estado vive um momento inédito de alinhamento e comprometimento entre as corporações.
“Eu acompanho a gestão pública do Estado e a política desse Estado há muitos anos e posso afirmar que nunca vivemos um momento em que as Forças de Segurança tivessem o nível de integração e de comprometimento que temos hoje em Goiás”, declarou. Segundo o vice-governador, os resultados alcançados são consequência direta de uma política baseada na valorização dos profissionais que atuam na linha de frente e na atuação integrada das forças policiais. “Segurança se faz com tropa valorizada e forças integradas”, afirmou.
Os números apresentados pela Secretaria da Secretaria Pública mostram que Goiás alcançou o sétimo ano consecutivo de redução nos principais indicadores de criminalidade, mantendo uma trajetória contínua de queda desde 2018. Ao analisar o balanço e projetar a continuidade da política de segurança, Daniel Vilela destacou que o Estado seguirá apoiado nos mesmos pilares que o consolidaram como referência nacional: inteligência, integração operacional e valorização dos profissionais da segurança pública.
A série histórica demonstra que os resultados não são pontuais nem circunstanciais. Desde 2018, Goiás registra quedas sucessivas nos índices de criminalidade, com reduções que chegam a 100% em crimes como roubo a instituições financeiras e superam 90% em modalidades de crimes violentos contra o patrimônio. Os dados mostram diminuição de 97% no roubo de carga, 95% no roubo de veículos, 92% no roubo a transeunte e 91% no roubo em estabelecimentos comerciais, evidenciando uma mudança estrutural no patamar da criminalidade no Estado e a consolidação de uma política de segurança pública de caráter permanente.










